Quem contratar: inteligentes racionais ou inteligentes emocionais
Postado por Professor Glaucio em 14 de junho, 2010
Numa época em que o único diferencial das empresas são as pessoas, é importante refletir sobre o tipo de profissional que desejamos contratar.
Dos tipos de profissionais desejáveis separei duas categorias para comentar: os brilhantes, e os equilibrados, ou seja, aqueles providos de inteligência emocional.
Habitualmente, nos processos seletivos que desenvolvo percebo que são dois perfis que sempre aparecem. Em raras ocasiões temos candidatos dotados de ambas inteligências. Porém, o mais comum é que uma seja proeminente.
O funcionário brilhante, dotado de inteligência racional, sem dúvida apresenta desempenho acima da média, resolve e equaciona problemas com muita rapidez e alto grau e eficácia. Porém, qualquer insucesso seu, ou dificuldade é sempre justificada por problemas de ordem relacional, com o restante da equipe.
Já o profissional dotado de inteligência emocional, ainda que não tenha a velocidade e a eficácia do racional, geralmente conquista a simpatia e respeito dos colegas, pois sabe a importância do trabalho em grupo, e, com destreza, percorre os complexos caminhos da integração da equipe.
Assim, para as empresas que estão diante da escolha entre um desses profissionais, vai ai uma análise:
Quando contratar o “inteligente racional”: quando a atividade profissional requer acuidade mental e pouca interação com grupo. São profissões onde o isolamento é quase requisito para o trabalho. Profissionais de campos específicos da Tecnologia da Informação, de Ciências Aplicadas e outros campos onde a concentração é mais importante que a interação.
Quando contratar o “inteligente emocional”: quando a atividade exige e precisa do trabalho em grupo, da troca de informações e conhecimentos, da proposta de equipe. Ou seja, o emocional se encaixa na maioria das atividades, enquanto o racional tem um campo específico de trabalho.
Bem, se você tem dificuldades de identificar os perfis, faça seu comentário e peça ajuda de profissionais habilitados.


