Reféns da mídia

Postado por Professor Glaucio em 28 de junho, 2010

Nos últimos anos a imprensa, através de todos os canais de mídia, transformou a sociedade em reféns de sua opinião, do que lhe é importante, e de um desenho de comportamento social.

Chegou carnaval, a mídia é tomada pelos bailes, desfiles e blocos de rua, como se toda a população brasileira se ocupasse disso. Nas datas festivas, sempre as mesmas reportagens de rua, mostrando gente comprando, como se toda a sociedade pudesse, e lá estivesse repetindo o mesmo comportamento.

Agora, com a copa do mundo, todos os brasileiros são “convertidos” em torcedores contumazes, tornando-se irrelevante todos os fatos simultâneos que acontecem no mesmo momento.

Não resta dúvida que todos brasileiros, assim como grande parte do planeta, se interessam e querem saber tudo sobre o que se passa na África do Sul. O que fica incoerente, é que, num telejornal de 30 minutos, sejam ocupados 25 para a copa, e apenas 5 minutos para todo o restante que está acontecendo.

Até o flagelo sem precedentes que vivem, nesse momento, alagoanos e pernambucanos, não é alvo da atenção da mídia.

Como é incrivelmente escasso matérias sobre o assunto, deixo aqui um vídeo, para que todos possam, por alguns minutos, refletir sobre o estado refém que estamos vivendo.

Quem contratar: inteligentes racionais ou inteligentes emocionais

Postado por Professor Glaucio em 14 de junho, 2010

Numa época em que o único diferencial das empresas são as pessoas, é importante refletir sobre o tipo de profissional que desejamos contratar.

Dos tipos de profissionais desejáveis separei duas categorias para comentar: os brilhantes, e os equilibrados, ou seja, aqueles providos de inteligência emocional.

Habitualmente, nos processos seletivos que desenvolvo percebo que são dois perfis que sempre aparecem. Em raras ocasiões temos candidatos dotados de ambas inteligências. Porém, o mais comum é que uma seja proeminente.

O funcionário brilhante, dotado de inteligência racional, sem dúvida apresenta desempenho acima da média, resolve e equaciona problemas com muita rapidez e alto grau e eficácia. Porém, qualquer insucesso seu, ou dificuldade é sempre justificada por problemas de ordem relacional, com o restante da equipe.

Já o profissional dotado de inteligência emocional, ainda que não tenha a velocidade e a eficácia do racional, geralmente conquista a simpatia e respeito dos colegas, pois sabe a importância do trabalho em grupo, e, com destreza, percorre os complexos caminhos da integração da equipe.

Assim, para as empresas que estão diante da escolha entre um desses profissionais, vai ai uma análise:

Quando contratar o “inteligente racional”: quando a atividade profissional requer acuidade mental e pouca interação com grupo. São profissões onde o isolamento é quase requisito para o trabalho. Profissionais de campos específicos da Tecnologia da Informação, de Ciências Aplicadas e outros campos onde a concentração é mais importante que a interação.

Quando contratar o “inteligente  emocional”: quando a atividade exige e precisa do trabalho em grupo, da troca de informações e conhecimentos, da proposta de equipe.  Ou seja, o emocional se encaixa na maioria das atividades, enquanto o racional tem um campo específico de trabalho.

Bem, se você tem dificuldades de identificar os perfis, faça seu comentário e peça ajuda de profissionais habilitados.

…Inteligência Emocional, dos modelos teóricos aos métricos

Postado por Professor Glaucio em 17 de setembro, 2009

Um dos grandes desafios da humanidade sempre foi o de compreender o desenvolvimento da inteligência, estabelecer unidades de medição, e assim, ser capaz de distinguir diferentes graus de inteligência entre os seres.

Esse anseio foi, durante anos, contemplado pelos conceitos de quociente de inteligência, medido numa escala cujos resultados são expressos em Q.I, derivando-se de uma equação resultante da divisão da idade mental pela idade intelectual.

Leia mais