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	<title>Professor Glaucio &#187; Artigos Inteligência</title>
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		<title>Reféns da mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 19:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Glaucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Inteligência]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos a imprensa, através de todos os canais de mídia, transformou a sociedade em reféns de sua opinião, do que lhe é importante, e de um desenho de comportamento social. Chegou carnaval, a mídia é tomada pelos bailes, desfiles e blocos de rua, como se toda a população brasileira se ocupasse disso. Nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos a imprensa, através de todos os canais de mídia, transformou a sociedade em reféns de sua opinião, do que lhe é importante, e de um desenho de comportamento social.</p>
<p>Chegou carnaval, a mídia é tomada pelos bailes, desfiles e blocos de rua, como se toda a população brasileira se ocupasse disso. Nas datas festivas, sempre as mesmas reportagens de rua, mostrando gente comprando, como se toda a sociedade pudesse, e lá estivesse repetindo o mesmo comportamento.</p>
<p>Agora, com a copa do mundo, todos os brasileiros são &#8220;convertidos&#8221; em torcedores contumazes, tornando-se irrelevante todos os fatos simultâneos que acontecem no mesmo momento.</p>
<p>Não resta dúvida que todos brasileiros, assim como grande parte do planeta, se interessam e querem saber tudo sobre o que se passa na África do Sul. O que fica incoerente, é que, num telejornal de 30 minutos, sejam ocupados 25 para a copa, e apenas 5 minutos para todo o restante que está acontecendo.</p>
<p>Até o flagelo sem precedentes que vivem, nesse momento, alagoanos e pernambucanos, não é alvo da atenção da mídia.</p>
<p>Como é incrivelmente escasso matérias sobre o assunto, deixo aqui um vídeo, para que todos possam, por alguns minutos, refletir sobre o estado refém que estamos vivendo.</p>
<p><a href="http://www.professorglaucio.com.br/2010/06/refens-da-midia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1BJtXx3WzxM/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>Quem contratar: inteligentes racionais ou inteligentes emocionais</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 18:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Glaucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa época em que o único diferencial das empresas são as pessoas, é importante refletir sobre o tipo de profissional que desejamos contratar. Dos tipos de profissionais desejáveis separei duas categorias para comentar: os brilhantes, e os equilibrados, ou seja, aqueles providos de inteligência emocional. Habitualmente, nos processos seletivos que desenvolvo percebo que são dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa época em que o único diferencial das empresas são as pessoas, é importante refletir sobre o tipo de profissional que desejamos contratar.</p>
<p>Dos tipos de profissionais desejáveis separei duas categorias para comentar: os brilhantes, e os equilibrados, ou seja, aqueles providos de inteligência emocional.</p>
<p>Habitualmente, nos processos seletivos que desenvolvo percebo que são dois perfis que sempre aparecem. Em raras ocasiões temos candidatos dotados de ambas inteligências. Porém, o mais comum é que uma seja proeminente.</p>
<p>O funcionário brilhante, dotado de inteligência racional, sem dúvida apresenta desempenho acima da média, resolve e equaciona problemas com muita rapidez e alto grau e eficácia. Porém, qualquer insucesso seu, ou dificuldade é sempre justificada por problemas de ordem relacional, com o restante da equipe.</p>
<p>Já o profissional dotado de inteligência emocional, ainda que não tenha a velocidade e a eficácia do racional, geralmente conquista a simpatia e respeito dos colegas, pois sabe a importância do trabalho em grupo, e, com destreza, percorre os complexos caminhos da integração da equipe.</p>
<p>Assim, para as empresas que estão diante da escolha entre um desses profissionais, vai ai uma análise:</p>
<p><strong>Quando contratar o &#8220;inteligente racional&#8221;</strong>: quando a atividade profissional requer acuidade mental e pouca interação com grupo. São profissões onde o isolamento é quase requisito para o trabalho. Profissionais de campos específicos da Tecnologia da Informação, de Ciências Aplicadas e outros campos onde a concentração é mais importante que a interação.</p>
<p><strong>Quando contratar o &#8220;inteligente  emocional&#8221;</strong>: quando a atividade exige e precisa do trabalho em grupo, da troca de informações e conhecimentos, da proposta de equipe.  Ou seja, o emocional se encaixa na maioria das atividades, enquanto o racional tem um campo específico de trabalho.</p>
<p>Bem, se você tem dificuldades de identificar os perfis, faça seu comentário e peça ajuda de profissionais habilitados.</p>
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		<title>&#8230;Inteligência Emocional, dos modelos teóricos aos métricos</title>
		<link>http://www.professorglaucio.com.br/2009/09/inteligencia-emocional-dos-modelos-teoricos-aos-metricos/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Glaucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes desafios da humanidade sempre foi o de compreender o desenvolvimento da inteligência, estabelecer unidades de medição, e assim, ser capaz de distinguir diferentes graus de inteligência entre os seres. Esse anseio foi, durante anos, contemplado pelos conceitos de quociente de inteligência, medido numa escala cujos resultados são expressos em Q.I, derivando-se de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios da humanidade sempre foi o de compreender o desenvolvimento da inteligência, estabelecer unidades de medição, e assim, ser capaz de distinguir diferentes graus de inteligência entre os seres.</p>
<p>Esse anseio foi, durante anos, contemplado pelos conceitos de quociente de inteligência, medido numa escala cujos resultados são expressos em Q.I, derivando-se de uma equação resultante da divisão da idade mental pela idade intelectual.</p>
<p><span id="more-53"></span></p>
<p>Os testes de Q.I. contemplam, essencialmente, um instrumento de medição de uma área da inteligência, que congrega as capacidades lógica, matemática, percepção visual e espacial, ou seja, essencialmente habilidades oriundas da razão.</p>
<p>Apesar da ampla aplicação desses testes, notoriamente na seleção de pessoal para as empresas, um grau mais elevado de Q.I. não significava necessariamente um resultado superior no trabalho.</p>
<p>Essa dúvida, motivou Goleman, a publicar o resultado de uma ampla pesquisa  em sua obra Emotional Intelligence (1995).</p>
<p>Seu trabalho provocou nos meios acadêmicos e no mundo dos negócios uma revolução na forma de interpretar os conceitos de inteligência, agregando um novo componente, que passou a permitir ampliar um ângulo de visão sobre dois tipos de inteligência: uma a que se denominou “intelectual” e outra “emocional”.</p>
<p>O QI e a inteligência emocional não são capacidades que se opõe, mas distintas. Todos nós misturamos acuidade intelectual e emocional; as pessoas de alto QI e baixa inteligência emocional são, apesar dos estereótipos, relativamente raras. Na verdade há uma ligeira correlação entre o QI e alguns aspectos da inteligência emocional – embora bastante pequena para que fique claro que se trata de duas entidades bastante independentes. (Goleman, Inteligência Emocional: 1995).</p>
<p>A inteligência emocional, não possibilita a formulação de uma escala de medição, que possa distinguir entre um grau maior ou menor, como nos testes de Q.I., segundo os estudos iniciais de Goleman. Todavia, mesmo não ser mensurável, pode ser aprendida, desenvolvida e aprimorada.</p>
<p>Partindo desse raciocínio, e em oposição a essa visão inicial, Robert Cooper e Ayman Sawaf, em Inteligência Emocional na empresa, propõem modelos métricos de inteligência emocional, com equações de medição e um teste de auto &#8211; avaliação denominado <em>EQ MAP<sup>R</sup>.</em></p>
<p>A inteligência emocional é a capacidade de sentir, entender e aplicar eficazmente o poder e a perspicácia das emoções como fonte de energia, informação e influência humanas (Cooper, Inteligência Emocional nas Empresas: 1997)</p>
<p>Assim, é preciso conhecer e compreender as emoções, mantê-las sob seu controle e canalizá-las para obter resultados efetivos na sociedade, no trabalho e na vida.</p>
<p>Goleman, destaca  as 8 emoções básicas, num estudo inicial, que segundo ele, ainda está sujeito à reavaliação,  das quais, derivam todas as demais. São elas a Ira, Tristeza, Medo, Prazer, Amor, Surpresa, Nojo e Vergonha.</p>
<p>É portanto a canalização adequada e o controle dessas emoções que podem potencializar as capacidades gerenciais em uma empresa. Em duas formulações, no modelo de equação, proposta por Cooper, fica evidenciada essa visão.</p>
<p>O primeiro modelo destaca a importância da motivação nos negócios, expressa pela seguinte formula:</p>
<p>(C x E) – (T x F) = M</p>
<p>Onde “C” é a escala de calma, “E” é energia, “T” é tensão e “F” é a escala para fadiga. Todos os itens da fórmula devem ser substituídos por valores, numa escala de 1 à 10. A resultante dessa equação é o “M”, que representa uma escala de motivação, cujo produto estará entre 100 (nível máximo de motivação) e –100 (menor nível de motivação).</p>
<p>Ainda que os valores atribuídos aos termos da equação sejam subjetivos, esse modelo de Cooper, reflete claramente uma formulação de escala, onde se mensura a motivação para execução de uma determinada tarefa.</p>
<p>A competitividade do mundo dos negócios exige das lideranças um comportamento lógico, racional, ágil e, especialmente criativo, garantindo a permanência de um negócio, serviço ou produto no mercado. Dentre essas habilidades requeridas, a criatividade, em particular, envolve um alto grau de coesão e associação entre as capacidades intelectivas e  emocionais.</p>
<p>Inteligência Emocional, de Goleman, destaca a esperança como uma emoção capaz de levar um indivíduo a superar desafios e obstáculos, enfrentando o problema seja racionalmente, mediante a experiência antecedente, ou emocionalmente, criando novos mecanismos de solução, oriundos da intuição. <sup>1</sup></p>
<p>Mais uma vez, Cooper procura conferir à esse enunciado de criatividade uma formulação matemática, cujo resultado possa medir o grau de intuição prática do indivíduo. Sua fórmula é expressa assim:</p>
<p>(A + Q) x C = IP</p>
<p>(Atenção + Questionamento) x Curiosidade = Intuição Prática</p>
<p>Assim como na exemplificação anterior sobre a medição de motivação, os valores têm um grau de subjetividade, sendo expressos em valores entre 1 e 10, cuja resultante pode variar entre 1 (menor grau de intuição prática), e 200 (maior grau de intuição prática).</p>
<p>No <em>EQ</em> <em>MAP<sup>R</sup></em>, a intuição pode ser auto-avaliada por um conjunto de perguntas, cuja escala varia de 0 a 33 pontos, que podem ser ponderados pelas visão de estado de <span style="text-decoration: underline;">atenção emocional</span>, ou seja nível de intuição extremamente baixo, estado de <span style="text-decoration: underline;">vulnerabilidade</span>, entendido como baixo grau de intuição, ambos nos níveis inferiores da escala. Na parte superior, pode-se ponderar resultados pela visão de <span style="text-decoration: underline;">proficiência</span>, ou seja, adequado grau de intuição, e de <span style="text-decoration: underline;">ótimo</span>, ou seja excelente habilidade intuitiva do indivíduo.</p>
<p>1 N.A .: Apesar da referência à “esperança”, na classificação de emoções proposta por Goleman, essa emoção não é apontada. Fica a dúvida se é um sub tipo de uma das 8 emoções, ou se seria um outra emoção básica</p>
<p>Em todo o <em>EQ</em> <em>MAP<sup>R</sup></em> são utilizados pontuações que refletem esses quatro estágios escalares: Atenção, Vulnerável, Proficiente e Ótimo. São estabelecidas 21 avaliações de habilidades emocionais.</p>
<p>As pesquisas iniciais nesse campo apontavam para uma impossibilidade de se estabelecer escalas de valor para medição de inteligência emocional. De fato, as escalas ainda não podem ser comparativas, ou seja, não é possível comparar o nível de I.E. entre dois indivíduos e dizer que um é mais competente do que outro.</p>
<p>Nos testes de Q.I. se faz uma medição que, de maneira geral, é invariável em função do tempo, ou seja, o nível mensurado hoje, deverá ser o mesmo numa medição ocorrida em um momento futuro.</p>
<p>Porém o <em>EQ</em> <em>MAP<sup>R</sup></em> gera resultados que são, invariavelmente, afetados pelo tempo, e pelos efeitos decorridos do aprendizado emocional. Logo, comparar indivíduos é impraticável considerando-se a variável tempo.</p>
<p>Há de se destacar, ainda, que esse modelo de medição da I.E., é auto avaliativo, e portanto influenciável pela própria visão do indivíduo sobre si mesmo, que pode diferir bastante da visão de outras pessoas sobre o avaliado.</p>
<p>Esse artigo se propôs a mostrar que a teoria da I.E. vêm apresentando uma evolução de caráter conceitual, associado à um estudo de escalas, o que fica notório com as duas obras aqui comparadas, cuja diferença de tempo entre as publicações é de apenas 2 anos.</p>
<p>Certamente, pela velocidade das descobertas nesse campo, novas pesquisas podem apontar para modelos mais avançados de avaliação e classificação de emoções, bem como formas de aplicá-las seja para melhores resultados nas organizações, na sociedade ou na vida.</p>
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